Tragédia reacende debate sobre segurança viária em Manaus.
A biomédica Giovana Ribeiro da Silva, de 29 anos, grávida de sete meses, morreu após um grave acidente na Avenida Djalma Batista, uma das mais movimentadas da zona centro-sul de Manaus. A jovem estava acompanhada do marido em uma motocicleta quando o veículo colidiu com um buraco na pista.
Com o impacto, Giovana foi arremessada contra uma árvore no canteiro central da via. Equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foram acionadas e tentaram reanimá-la, mas a vítima não resistiu aos ferimentos e morreu ainda no local. O bebê que ela esperava, uma menina que se chamaria Maria Carolina, também não sobreviveu.
A tragédia comoveu moradores e levantou novamente o debate sobre a precariedade da infraestrutura urbana e a falta de manutenção nas vias públicas da capital amazonense. Populares relataram que o buraco onde aconteceu o acidente já havia sido motivo de reclamações anteriores, mas nenhuma ação efetiva havia sido tomada pelas autoridades.
O velório de Giovana e da bebê Maria Carolina será realizado nesta segunda-feira (23), a partir das 8h30, na Igreja Assembleia de Deus, localizada na rua Canarinho, bairro Monte das Oliveiras, zona leste de Manaus.
Giovana era uma profissional querida por colegas e amigos, e sua morte precoce, junto da filha que estava por nascer, gerou comoção e revolta. A população agora cobra respostas e providências do poder público para evitar que mais tragédias como essa voltem a acontecer.


