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Repercussões da resposta armada do Serviço Secreto no comício de Trump dividem opiniões

Com sangue no rosto, Trump é retirado do palco de comício em Butler, na Pensilvânia — Foto: Brendan McDermid/Reuters
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O Serviço Secreto, responsável pela proteção de ex-presidentes e principais candidatos, agora enfrenta críticas sobre sua preparação e resposta ao evento.

O tiroteio durante o comício na Pensilvânia onde o ex-presidente Donald Trump estava presente no último sábado (13), membros republicanos e democratas do Congresso dos Estados Unidos estão exigindo respostas do Secretário de Segurança Interna, Alejandro Mayorkas, e do Serviço Secreto.

Mark Green, presidente do Comitê de Segurança Interna da Câmara e republicano do Tennessee, enviou uma carta no domingo (14) pedindo uma “supervisão rigorosa” e detalhes sobre os protocolos de segurança durante o evento.

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Policial no palco durante um evento de campanha com o ex-presidente dos EUA Donald Trump no sábado (13) – Foto: Joe Appel/Bloomberg

Green planeja uma audiência para investigar as ações do Serviço Secreto no atentado ao Trump.

O deputado democrata Ruben Gallego também enviou uma carta à agência, chamando o evento de uma falha de segurança significativa e exigindo maior transparência.

O tiroteio, que está sendo investigado como uma tentativa de assassinato, marca o incidente mais próximo desse tipo envolvendo um presidente ou candidato presidencial desde o assassinato de John F. Kennedy em 1963 e o atentado contra o presidente Ronald Reagan em 1981.

O presidente John F. Kennedy pouco antes de ser morto, em Dallas, em 1963 — Foto: Walt Cisco/Dallas Morning News

O assassinato de John F. Kennedy em 1963 foi um dos eventos mais trágicos e impactantes na história política dos Estados Unidos. Ele foi alvejado por tiros enquanto participava de uma carreata presidencial.

O Serviço Secreto, responsável pela proteção de ex-presidentes e principais candidatos, agora enfrenta críticas sobre sua preparação e resposta ao evento.

Além das audiências planejadas pelo Comitê de Segurança Interna da Câmara, o Comitê de Supervisão e Responsabilidade da Câmara também anunciou seus próprios planos para investigar o tiroteio, incluindo convocar a diretora do Serviço Secreto, Kimberly Cheatle, para depor.

O presidente da Câmara, Mike Johnson, destacou a gravidade dessa falha de segurança e prometeu uma investigação completa sobre o caso.

O porta-voz do Serviço Secreto, Anthony Guglielmi, contestou no domingo alegações de que a campanha de Trump teria solicitado recursos adicionais de segurança que foram negados.

“Isso é absolutamente falso. Na verdade, adicionamos recursos de proteção, tecnologia e capacidades como parte do aumento do ritmo de viagens de campanha”, disse Guglielmi em X.

A organização America First Legal, alinhada com Trump, buscou registros sobre como o Departamento de Segurança Interna lidou com possíveis solicitações de aumento de segurança da campanha de Trump, citando relatos da mídia que ainda não foram confirmados.

 

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