Além da importância cultural e espiritual, o Candomblé tem um papel educativo importante, promovendo a conscientização sobre a história e as contribuições dos africanos e seus descendentes.
O Candomblé, prática religiosa que preserva a cultura africana, fortalece a resistência contra a discriminação racial. Babá Theles, Babalorixá e influenciador digital, compartilha sobre o desempenho crucial da religião de matriz africana na luta contra o racismo.
O líder religioso destaca que o Candomblé, uma das religiões de matriz africana mais tradicionais do Brasil, valoriza a história, a cultura e os conhecimentos ancestrais dos povos africanos.
Assim, oferece uma narrativa alternativa àquela imposta pelo racismo estrutural, essencial para a construção de uma sociedade mais justa e igualitária.
“O Candomblé é uma expressão viva da nossa ancestralidade africana e uma fonte poderosa de identidade e orgulho para o povo negro,” afirma Babá Thales.
O influenciador também alega que ao celebrar as raízes e tradições, se afirma a “dignidade e nosso direito de existir e prosperar em uma sociedade que muitas vezes nos nega isso.”

De acordo com Babá Thales, o Candomblé ensina sobre a resistência, a comunidade e a força espiritual, além de ser uma ferramenta poderosa de empoderamento.
O Candomblé também tem um papel educativo, promovendo a conscientização sobre a história e as contribuições dos africanos e seus descendentes, desafiando estereótipos negativos que alimentam o racismo.

“Praticar e promover o Candomblé é, em si, um ato de resistência contra o racismo. É afirmar nossa presença e nossa importância na construção da identidade brasileira,” destaca Babá Thales.
O Babalorixá destaca que as religiões de matriz africana ” lembram que a luta contra o racismo é contínua e que cada um de nós tem um papel a desempenhar”.
Ao honrar e preservar tradições, um futuro mais inclusivo e respeitoso para todos os brasileiros começa a existir.
A fim de preservar esta herança da cultura africana, a Lei Federal 6292, de 15 de dezembro de 1975, tornou certos terreiros de Candomblé, patrimônio material ou imaterial passível de tombamento.


