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Saúde

Anvisa proíbe três marcas de “café fake” por conterem toxina perigosa e impurezas

Os produtos irregulares são das marcas Melissa, Pingo Preto e Oficial, já reprovados pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) em março. - Foto: Reprodução
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A resolução publicada proíbe totalmente a comercialização, fabricação, propaganda e uso dos produtos.

Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) baniu a fabricação, venda e distribuição de três marcas de “pó para preparo de bebida sabor café”, popularmente chamados de “café fake”, após análises detectarem a presença da toxina ocratoxina A – substância prejudicial à saúde. Os produtos irregulares são das marcas Melissa, Pingo Preto e Oficial, já reprovados pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) em março.

As embalagens dos produtos alegavam conter “polpa de café” “café torrado e moído”, mas, na realidade, eram feitos com grãos crus, resíduos e materiais impróprios. Testes do Mapa identificaram:

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  • Matérias estranhas (pedras, areia, sementes de outras plantas);
  • Impurezas (galhos, folhas, cascas) acima do limite de 1% permitido por lei.

Em abril, Hugo Caruso, diretor do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal (Dipov), já havia alertado que os produtos eram fabricados com “lixo da lavoura”.

A resolução publicada nesta segunda-feira (2) proíbe totalmente a comercialização, fabricação, propaganda e uso dos produtos. Todos os lotes devem ser recolhidos do mercado.

O que fazer se você comprou algum desses produtos?

Mapa orienta os consumidores a:

  1. Suspender imediatamente o consumo dos produtos das marcas citadas.
  2. Solicitar a troca ou reembolso com base no Código de Defesa do Consumidor.
  3. Denunciar estabelecimentos que ainda os vendam pelo canal Fala.BR, informando nome e endereço do local.
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