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EUA apreendem novo petroleiro ligado à Venezuela no Caribe

Operação ocorreu horas antes de encontro entre Donald Trump e a líder da oposição venezuelana, María Corina Machado, na Casa Branca
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Os Estados Unidos apreenderam mais um petroleiro associado à Venezuela nesta quinta-feira (15), ampliando a ofensiva contra o transporte de petróleo do país sul-americano. A ação aconteceu pouco antes da reunião entre o presidente norte-americano, Donald Trump, e a líder da oposição venezuelana, María Corina Machado, em Washington.

De acordo com autoridades americanas ouvidas pela agência Reuters, esta é a sexta embarcação apreendida nas últimas semanas por transportar, ou já ter transportado, petróleo venezuelano. A operação foi realizada na região do Caribe, sob coordenação das Forças Armadas dos EUA.

O Comando Sul dos Estados Unidos confirmou a apreensão do navio-tanque “Veronica”, que ocorreu antes do amanhecer e sem registro de incidentes. Em nota oficial, o comando afirmou que a embarcação estava “operando em desafio à quarentena estabelecida pelo presidente Trump para navios sancionados no Caribe”.

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“O único petróleo que sairá da Venezuela será aquele coordenado de forma adequada e legal”

Declarou o Comando Sul.

Estratégia de pressão contra Caracas

As apreensões fazem parte da estratégia adotada pelo governo Trump para enfraquecer o regime venezuelano, após a deposição do presidente Nicolás Maduro, ocorrida no início de janeiro, quando forças americanas entraram no país para efetuar sua prisão.

Desde então, Trump tem afirmado que os Estados Unidos pretendem controlar os recursos petrolíferos da Venezuela por tempo indeterminado, com o objetivo declarado de reconstruir a indústria de petróleo do país, considerada degradada.

Segundo autoridades americanas, os navios interceptados até agora estavam sob sanções dos EUA ou integravam uma chamada “frota paralela”, formada por embarcações não regulamentadas que ocultam sua origem para transportar petróleo de países sancionados, como Venezuela, Irã e Rússia.

Reações internacionais

Na semana passada, os Estados Unidos também apreenderam um petroleiro com bandeira russa, após uma perseguição de mais de duas semanas pelo Atlântico. O episódio ganhou repercussão internacional por envolver um submarino russo que acompanhava a embarcação, e foi duramente criticado por Moscou.

Encontro político em Washington

A nova apreensão ocorreu antes do encontro entre Trump e María Corina Machado, o primeiro presencial desde a queda de Maduro. Trump já se referiu à líder oposicionista como “uma lutadora pela liberdade”, mas descartou indicá-la para liderar o país no período pós-Maduro, alegando falta de apoio interno suficiente.

Uma avaliação confidencial da CIA, apresentada ao presidente americano, concluiu que figuras leais ao antigo regime ainda estariam em melhor posição para manter a estabilidade interna da Venezuela, apesar da mudança de poder.

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