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Familiares de jovem grávida assassinada encontram fragmentos de ossos que podem ser do feto da vítima

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O corpo de Débora da Silva Alves, de 18 anos, foi encontrado em agosto, mas o feto nunca foi achado

Familiares de Débora da Silva Alves, que estava grávida de oito meses e foi assassinada em agosto deste ano, encontraram na manhã desta sexta-feira (03), fragmentos de ossos que podem ser do feto da vítima.

Os fragmentos foram encontrados em uma área de mata atrás de uma usina elétrica desativada, no bairro Mauazinho, zona Sul de Manaus, no mesmo local onde Débora foi assassinada. Os ossos estavam embaixo de um tonel de óleo, onde o corpo de Débora foi encontrado carbonizado.

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A família foi até o local pela primeira vez ontem, na quinta-feira (02), feriado do dia dos finados, após ter ido até o cemitério para homenagear a jovem assassinada. Ainda no cemitério, eles decidiram procurar indícios do corpo do feto no local onda ela havia sido morta.

Policiais civis da Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS) e peritos do Departamento de Polícia Técnico Científica (DPTC) estiveram no local. O IML fez a remoção dos fragmentos.

De acordo com o Delegado Gerson Oliveira, os ossos podem sim ser do filho que Débora estava esperando, que ela já tinha inclusive escolhido o nome de Arthur.

Os fragmentos vão ser encaminhados para o Instituto de Criminalística, que deve verificar se de fato os ossos pertenciam ao feto. Ainda é muito cedo pra confirmar qualquer coisa.” Esclareceu o delegado.

O Crime

Débora da Silva Alves, de 18 anos, foi brutalmente assassinada por Gil Romero Batista, de 41 anos. O crime aconteceu no final de julho, mas o corpo da jovem só foi encontrado no dia 03 de agosto.

Segundo as investigações, Gil Romero, que era casado, tinha um relacionamento extra conjugal com Débora, que acabou engravidando. Para não prejudicar o casamento, Gil armou uma emboscada e matou a jovem estrangulada.

Após perceber que Débora estava realmente morta, ele abriu a barriga dela com uma faca e retirou o feto, depois ateou fogo no corpo da jovem e a abandonou dentro de um tonel de óleo.

Gil Romero foi preso dias após o corpo ser encontrado. Ele havia fugido para o município de Curuá, interio do Pará. Durante o depoimento na época, Gil disse que havia jogado o bebê em um rio, versão que agora pode ser contestada.

Se esses fragmentos encontrados hoje forem de fato do bebê que a Débora estava esperando, vai ficar muito claro para a Polícia Civil que Gil mentiu na primeira declaração, o que pode complicar ainda mais a situação dele.” Disse ainda o delegado Gerson Oliveira.

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