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Marcas de azeite proibidas pela Anvisa: saiba como garantir a qualidade na hora da compra

A escolha de um azeite de qualidade precisa ter alguns cuidados - Foto: iStock/Getty Images
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Órgão de vigilância proibiu a venda de duas marcas sem CNPJ no Brasil: a Serrano e Cordilheira.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) anunciou a proibição da comercialização de duas marcas de azeite de oliva: Serrano e Cordilheira, ambas extravirgens e com acidez de 0,5%. A decisão foi tomada após a constatação de que as marcas foram importadas e distribuídas por empresas sem CNPJ no Brasil.

A origem dos produtos não foi identificada, e a falta de informações sobre sua procedência levanta dúvidas sobre sua segurança e qualidade.

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Da colheita ao envase: processo de produção do azeite de oliva é feito mecanicamente para conservar as características de sabor e aroma. — Foto: Shutterstock

Adquirir um azeite de qualidade requer atenção a alguns detalhes essenciais. Segundo especialistas, o primeiro ponto é optar por azeites envasados recentemente, já que o produto é um “suco de azeitona“, conforme a origem árabe da palavra. Para garantir o frescor, observe a data de envase no rótulo.

Na década de 80, mais de mil pessoas morreram na Espanha depois de consumirem o produto fraudado. O caso ficou conhecido como “a síndrome do azeite tóxico“.

Como é feita a fiscalização

A fiscalização do azeite no Brasil é conduzida de maneira rigorosa pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), que garante a proteção e a qualidade do produto comercializado. 

O processo inicia com a coleta de amostras nos pontos de venda, como supermercados, onde as garrafas são retiradas para análise em laboratórios especializados.

A primeira etapa envolve a realização de testes para verificar fraudes, como a adição de outros tipos de óleo que comprometem a pureza do azeite. Caso seja confirmado que o produto é realmente azeite, iniciar-se-á uma segunda fase, que avaliará a qualidade. 

Na análise, o azeite pode ser classificado em diferentes categorias: extravirgem, virgem ou lampante, sendo este último impróprio para o consumo humano.

Além dos testes laboratoriais, a equipe conta com degustadores treinados para identificar irregularidades através do olfato e do paladar, verificando se o produto corresponde às normas de qualidade aplicáveis ​​no país. 

 

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