De acordo com a Defesa Civil, cinco das vítimas morreram em Rio Bonito do Iguaçu e uma em Guarapuava. O fenômeno também deixou mais de mil pessoas desalojadas e pelo menos 28 desabrigadas.
O tornado foi confirmado pelo Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar) e classificado como de categoria F3 na escala Fujita, com ventos que ultrapassaram os 250 km/h. A força do fenômeno destruiu cerca de 90% dos edifícios de Rio Bonito do Iguaçu, derrubando casas, comércios e estruturas públicas.
Diante da gravidade, o governador Ratinho Júnior decretou estado de calamidade pública no município, descrevendo o evento como uma tragédia sem precedentes na história do estado.
Uma força-tarefa estadual e federal foi mobilizada para auxiliar as famílias atingidas e reconstruir as moradias destruídas. O governo também anunciou apoio financeiro emergencial para as vítimas.
Equipes trabalham desde o fim de semana para restabelecer água, energia elétrica e telecomunicações, serviços gravemente afetados pelo colapso de mais de 280 postes e pela destruição generalizada da infraestrutura local.


