Um menino de 12 anos destruiu completamente a casa onde mora, nos Estados Unidos, após a mãe retirar o celular dele como forma de castigo. O caso, que ganhou grande repercussão nas redes sociais, foi registrado pela própria mãe, que mostrou móveis quebrados, paredes danificadas e eletrodomésticos destruídos. O prejuízo estimado ultrapassa US$ 70 mil (cerca de R$ 350 mil).
Especialistas alertam que o uso excessivo de telas pode gerar dependência, irritabilidade e dificuldade para lidar com frustrações, quadro conhecido como nomofobia, o medo de ficar sem acesso ao celular. A abstinência digital, segundo psicólogos, pode causar reações intensas, especialmente em adolescentes.
Enquanto meninas enfrentam pressões estéticas e exposição inadequada nas redes, meninos costumam buscar prazer imediato em jogos e conteúdos pornográficos, o que afeta o desenvolvimento emocional e social.
Em contrapartida, muitos jovens têm buscado alternativas offline, como o uso de câmeras analógicas, leitura de livros e jogos sem conexão com a internet, numa tentativa de retomar experiências mais reais.
No Brasil, o debate sobre o uso de celulares entre crianças e adolescentes também ganhou força. Desde janeiro de 2025, o uso de celulares está proibido nas escolas públicas e privadas, após aprovação de um projeto de lei no Congresso Nacional. A medida busca reduzir distrações em sala de aula e proteger a saúde mental dos estudantes, mas o desafio continua dentro de casa, onde o acesso irrestrito à internet ainda preocupa pais e educadores.
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