Disparos foram feitos contra ponto de ônibus; Hamas e Jihad Islâmica elogiaram a ação
Um ataque a tiros em Jerusalém deixou ao menos seis pessoas mortas e várias feridas nesta segunda-feira (8). Segundo as autoridades locais, esse foi o episódio mais mortal registrado na cidade nos últimos dois anos.
De acordo com a polícia israelense, dois agressores chegaram de carro e abriram fogo contra um ponto de ônibus. No local, foram apreendidas armas de fogo, munições e uma faca que teriam sido usadas pelos atiradores.
O ministro das Relações Exteriores, Gideon Saar, confirmou a sexta morte e informou que os suspeitos eram palestinos oriundos da Cisjordânia, território ocupado por Israel.

O grupo Hamas elogiou a ação, chamando os atiradores de “combatentes da resistência palestina”, mas não reivindicou oficialmente a autoria. A Jihad Islâmica, outro movimento militante palestino, também se manifestou em apoio ao ataque.
O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, esteve no local e afirmou que as forças de segurança estão em busca de possíveis cúmplices que teriam auxiliado os agressores.
O último ataque semelhante havia ocorrido em novembro de 2023, quando dois militantes abriram fogo contra civis em outro ponto de ônibus, matando três pessoas e ferindo diversas outras.


