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Projeto Stargate: OpenAI vai construir cinco novos data centers nos EUA

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Nova etapa do projeto Stargate promete 7 gigawatts de energia e tecnologias de ponta para inteligência artificial

A OpenAI, criadora do ChatGPT, anunciou a expansão do projeto Stargate, iniciativa bilionária em parceria com a SoftBank e a Oracle, que visa ampliar a infraestrutura de inteligência artificial (IA) nos Estados Unidos.

O plano prevê a construção de cinco novos data centers e um investimento total de US$ 500 bilhões (aproximadamente R$ 2,6 trilhões) nos próximos anos. Segundo a empresa, a capacidade total do projeto chegará a 7 gigawatts (7.000 megawatts), energia suficiente para operar sistemas de IA altamente avançados — bem acima da potência de data centers convencionais, que geralmente não ultrapassam 100 megawatts cada.

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Até agora, a OpenAI contava apenas com um complexo em Abilene, no Texas, que será ampliado em 600 megawatts e terá oito prédios de cerca de 100 megawatts cada, com aproximadamente 400 mil chips dedicados ao treinamento de IA.

Parcerias e distribuição dos investimentos

O investimento com a Oracle prevê 5,5 gigawatts para data centers no Novo México, Texas e região do Meio-Oeste, enquanto a parceria com a SoftBank irá construir outros dois centros no Texas e em Ohio, totalizando 1,5 gigawatt nos próximos 18 meses. Os projetos da SoftBank usarão métodos de construção rápida, com eficiência de custos e possibilidade de expansão.

A OpenAI afirmou que analisou 300 propostas de cidades em 30 estados americanos interessadas em sediar os data centers. A empresa destaca que esta é apenas a primeira seleção, e mais localidades serão anunciadas futuramente.

Apoio da Nvidia e tecnologia de ponta

A expansão do projeto Stargate foi anunciada um dia após a Nvidia revelar investimento de até US$ 100 bilhões na OpenAI, fornecendo milhões de GPUs (unidades de processamento gráfico) essenciais para o treinamento e execução de sistemas de IA.

A partir do segundo semestre de 2026, os novos data centers utilizarão o Vera Rubin, descrito pela Nvidia como um “superchip” capaz de integrar simulações, dados e inteligência artificial em um único mecanismo.

Segundo o CEO da OpenAI, Sam Altman, “a inteligência artificial só poderá cumprir sua promessa se desenvolvermos a computação necessária para alimentá-la”.

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