Ministério da Saúde prevê aplicação de 1,8 milhão de implantes até 2026, enquanto DIU já beneficia cerca de 80 mil mulheres por ano
O Sistema Único de Saúde (SUS) está modernizando as opções de planejamento familiar disponíveis para as brasileiras, ampliando o acesso a métodos contraceptivos de longa duração. Além dos preservativos e anticoncepcionais tradicionais, a rede pública oferece o dispositivo intrauterino (DIU) e prepara a introdução do Implanon, método hormonal subcutâneo que promete revolucionar o setor.
Segundo o Ministério da Saúde, o Implanon deve ultrapassar em utilização o DIU nos próximos anos, com previsão de aplicação em até 1,8 milhão de mulheres até 2026. Apesar da promessa de distribuição de 500 mil implantes ainda em 2025, o órgão federal não informou datas precisas para o início dos procedimentos.

O DIU, embora consolidado no SUS, apresenta números mais modestos. Desde a pandemia, o método registrou crescimento de 55%, beneficiando atualmente cerca de 80 mil mulheres por ano. A expectativa é que, com a chegada do Implanon, o acesso a contraceptivos de longa duração seja ampliado significativamente, oferecendo mais autonomia e planejamento reprodutivo às brasileiras.


