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Comunidades ribeirinhas de Manaus começam a receber novas escolas de alvenaria na zona rural

Envio de 600 toneladas de materiais de construção vai acelerar substituição de escolas de madeira e garantir mais conforto, segurança e qualidade para estudantes e professores
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Comunidades da zona rural de Manaus começam a viver uma nova realidade na educação com o envio de 600 toneladas de materiais de construção destinados à substituição de antigas escolas de madeira por estruturas modernas de alvenaria.

A ação, coordenada pela Secretaria Municipal de Educação (Semed), vai beneficiar regiões de difícil acesso, como as comunidades de Arumã, Caramuri e Paraná da Eva, levando melhorias estruturais para estudantes, professores e toda a população ribeirinha.

Entre os materiais transportados na balsa estão cimento, areia, tijolos, seixo, lajes e vigotas, utilizados na construção das novas unidades escolares.

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As novas escolas prometem transformar o dia a dia das comunidades com espaços mais seguros, climatizados e adequados ao ensino, oferecendo mais dignidade e conforto para alunos e educadores que enfrentavam dificuldades em estruturas antigas de madeira.

Além da melhoria na infraestrutura, a iniciativa também fortalece o acesso à educação na zona rural, permitindo que mais estudantes permaneçam em suas comunidades com acesso a salas climatizadas, internet e melhores condições de aprendizagem.

Nos últimos anos, o número de escolas de madeira ou mistas na rede municipal foi reduzido de 35 para apenas nove unidades, que já estão em fase final de substituição.

O avanço na infraestrutura também impactou diretamente o número de estudantes atendidos na zona rural, que passou de 8,5 mil alunos em 2021 para mais de 12 mil atualmente.

Segundo a Semed, o envio dos insumos aproveita o período de cheia dos rios para facilitar o transporte até as comunidades mais afastadas e acelerar o andamento das obras.

Esta é a segunda grande operação de envio de materiais para a zona rural somente neste ano. Em março, outras 380 toneladas de insumos já haviam sido destinadas à construção de novas escolas na região.

A expectativa é que as novas estruturas garantam mais qualidade no ensino e melhores oportunidades para crianças e adolescentes das comunidades ribeirinhas da capital amazonense.

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