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Esposa do funkeiro Poze do Rodo é alvo de operação contra sorteios ilegais

Poze do Rodo e Vivi Noronha se casaram no sábado (26) — Foto: Reprodução/ Instagram
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Polícia Civil do Rio de Janeiro apreende joias e busca influenciadores em esquema de rifas manipuladas.

Nesta sexta-feira (1º), a influenciada digital Vivi Noronha, esposa do funkeiro Poze do Rodo, é alvo da operação Rifa Limpa, liderada pela Delegacia de Defraudações da Polícia Civil do Rio de Janeiro. A operação investiga um esquema de sorteios ilegais realizados nas redes sociais, onde descobriu um aplicativo não auditado utilizado para manipular os resultados das rifas.

De acordo com a investigação, os benefícios oferecidos incluíam transferências de valores elevados via Pix e até cirurgias plásticas com o cirurgião equatoriano Bolívar Silva. Silva, que já foi preso em 2022 por manter um paciente em cárcere privado após complicações em uma cirurgia e também investigado pela Rifa Limpa.

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Fazer rifas no Brasil requer autorização prévia da Secretaria de Avaliação, Planejamento, Energia e Loteria do Ministério da Fazenda. A prática também é exclusiva de instituições sem fins lucrativos.

Joias de Poze do Rodo foram apreendidas — Foto: Reprodução/TV Globo
Joias de Poze do Rodo foram apreendidas — Foto: Reprodução/TV Globo

Além de Vivi Noronha, outros influenciadores estão na mira da operação, incluindo Jonathan Costa, conhecido como Jon Jon, e Roger dos Santos, o Roginho Dú Ouro

Como parte das medidas, a polícia realizou buscas e apreensões nas residências dos investigados. Durante a ação, todas as joias de Poze do Rodo, que se casaram com Vivi em 26 de outubro, foram recolhidas.

Segundo a Delegacia de Defraudações e Falsificações (DDEF), a página do Instagram @realizandosonhospremiacoes divulgou um sorteio cujo prêmio seria um Pix de R$ 10 mil ou uma cirurgia plástica à escolha do ganhador, promovida por Bolívar Guerrero.

Em 2010, Bolívar também foi um dos médicos detidos na Operação Beleza Pura, liderada pela Polícia Civil, que revelou o uso de medicamentos falsificados e não autorizados pela Anvisa em procedimentos estéticos.

O histórico de imprudências inclui ainda a morte de um paciente em 2016 durante uma lipoescultura, fato que gerou acusações de negligência por parte da família da vítima.

 

 

 

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