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Garimpeiros soterrados são resgatados de mina ilegal de cobre no Pará

Ao todo, 14 bombeiros participaram da operação de resgate, incluindo especialistas em salvamento e mergulhadores enviados de Belém. - Foto: Prefeitura de Canaã dos Carajás
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De acordo com o ICMBio, a mina operava de forma irregular, sem autorização, e já havia sido alvo de fiscalizações ambientais anteriormente.

Na noite deste sábado (25), os três garimpeiros que estavam soterrados desde a última sexta-feira (24) em uma mina de exploração ilegal de cobre, localizada na zona rural de Canaã dos Carajás, no sudeste do Pará, foram finalmente resgatados.

O último trabalhador foi retirado às 23h38 e, em seguida, todos foram levados para o Hospital Municipal de Canaã dos Carajás, onde passaram por avaliação médica.

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Desde que o acidente foi confirmado, uma força-tarefa foi mobilizada, envolvendo equipes do Governo do Pará e da Prefeitura local.

Ao todo, 14 bombeiros participaram da operação de resgate, incluindo especialistas em salvamento e mergulhadores enviados de Belém para reforçar os trabalhos.

Resgate 

Durante o período em que estiveram presos, os garimpeiros receberam alimentos e medicamentos por meio de um cano que conectava a superfície ao local onde estavam isolados, garantindo que se mantivessem hidratados e alimentados.

Na tarde de sábado (25), quatro mergulhadores conseguiram atravessar um bolsão de água formado dentro da mina devido ao desabamento e estabeleceram contato direto com as vítimas.

O último trabalhador foi retirado às 23h38 e, em seguida, todos foram levados para o Hospital Municipal de Canaã dos Carajás. – Foto: Prefeitura de Canaã dos Carajás

O incidente ocorreu após uma caixa de contenção desabar, bloqueando a entrada principal do túnel no momento em que as equipes de trabalho trocavam de turno.

Detalhes do acidente

A mina está situada na vila Nova Jerusalém, e equipes da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros foram as primeiras a chegar ao local.

A profundidade do túnel é de aproximadamente 50 metros, e os trabalhadores presos conseguiram se comunicar com o exterior por meio de uma abertura estreita, por onde também recebiam água e alimentos.

Enquanto isso, outros funcionários tentavam desobstruir um acesso alternativo que estava inundado.

De acordo com o ICMBio, a mina operava de forma irregular, sem autorização, e já havia sido alvo de fiscalizações ambientais anteriormente.

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