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Greve de ônibus continua e afeta 300 mil passageiros em Manaus

A paralisação foi autorizada pela Justiça após rodoviários reivindicarem aumento salarial de 12% e a manutenção dos postos de cobradores em algumas empresas. - Foto: Reprodução
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O presidente do Sindicato dos Rodoviários classificou a paralisação de terça como “aquecimento” e confirmou o início da greve oficial nesta quarta-feira.

Pelo segundo dia consecutivo, 30% da frota de ônibus de Manaus está paralisada nesta quarta-feira (16), afetando diretamente mais de 300 mil usuários, segundo o Sindicato das Empresas de Transporte (Sinetram). A paralisação foi autorizada pela Justiça após rodoviários reivindicarem aumento salarial de 12% e a manutenção dos postos de cobradores em algumas empresas.

A decisão judicial estabelece que 70% dos ônibus devem circular nos horários de pico (6h-9h e 17h-20h) e 50% nos demais períodos, sob multa de R$ 60 mil por hora de descumprimento. Atualmente, 397 veículos de sete empresas permanecem parados.

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O presidente do Sindicato dos Rodoviários, Givancir Oliveira, classificou a paralisação de terça como “aquecimento” e confirmou o início da greve oficial nesta quarta.

“Nem Sinetram nem Prefeitura deram qualquer sinal aos trabalhadores”, afirmou.

Enquanto isso, a Prefeitura, por meio do IMMU, disse monitorar a situação e defender o diálogo, mas ressaltou a necessidade de manter o serviço. O Sinetram informou que as negociações continuam, incluindo discussões sobre modernização do sistema e a Convenção Coletiva de Trabalho 2025/2026.

A retirada gradual de cobradores – parte de um acordo com o Ministério Público – tem sido um dos principais pontos de conflito, com os trabalhadores resistindo à medida.

Com as partes ainda distantes de um acordo, a população continua enfrentando dificuldades no transporte público. – Foto: Lucas Macedo/g1 Amazonas

 

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